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sábado, 15 de abril de 2017

Mobile Game Análise: Clash Royale


Fala ae mugiwaras!!! Bem, como a game análise tá fazendo muito sucesso aqui no blog eu decidi expandir ela para falar também sobre games para celular, e assim nasceu a mobile game análise, onde eu vou falar sobre games de celular, já que eu acho que apesar de eles serem claramente inferiores aos jogos de console, o mobile tem sim alguns jogos competentes e alguns até bem divertidos e com competições profissionais e Meta Game, que é o caso de Clash Royale.

Clash Royale é um jogo que virou moda lá para o fim do ano passado e meio que você ainda pode esbarrar com alguém jogando Clash Royale na rua, por isso surgiram milhões de blogueiros e YouTubers focando exclusivamente no Clash Royale, tal como aconteceu com Clash Of Clans (Também iremos analisar esse aqui no blog), por isso também a opinião geral sobre o jogo é quase sempre extremamente positiva e ninguém ousa apontar pontos negativos em Clash Royale, por isso, eu decidi que essa seria a primeira análise da Mobile Game Análise, já que eu vou sim citar também os pontos negativos de Clash Royale, e, no futuro, se eu acabar falando mal de um game amado por todos, vocês lêem essa review e podem ver que desde o início eu sempre dei a minha opinião sincera sobre os games sem omitir os pontos negativos.

Para começar, os gráficos de Clash Royale são competentes, não é a maior maravilha do mundo, mas são gráficos que conseguem representar muito bem o clima do jogo, e, se tratando de um game de celular, eu fico até feliz que eles não sejam pixelados, já que a maioria dos games de celular saindo na época de Clash Royale apresentava gráficos pixelados, e de vez em quando você cansa desse estilo gráfico, então, nada a reclamar sobre os gráficos do game.

Sobre os efeitos sonoros, esses são pontos positivos do game, já que eles são muito bem feitos, e, depois de algumas horas de Clash Royale, você já começa a associar cada carta ao seu efeito sonoro, não é nada comparado a efeitos sonoros de games como Mario Bros, mas eu estou evitando comparar games de console com games mobile nessas análises, pois eu reconheço que são mercados e públicos completamente diferentes, então, considerando o mercado mobile os efeitos sonoros de Clash Royale são maravilhosos, e a apresentação gráfica é muito boa para um game mobile.


Agora, vamos para a parte mais importante da review, que é a parte onde eu falo dos elementos do gameplay e do jogo em si. Para começar, a mecânica de Clash Royale é muito inovadora, e eu nunca tinha visto nenhum game mobile tentar, o que torna a maneira com que as partidas se desenrolam bem única, já que a variedade de cartas é bem grande e várias estrategias podem ser formadas, tornando o jogo pouco repetitivo. Aliás, um problema dos games mobile em geral é que eles costumam ser bem repetitivos, e, é por isso que eu admiro muito a forma como Clash Royale foge dessa repetição, oferecendo quase sempre novas atualizações que dão cada vez mais variedade para o game, tornando ele pouco repetitivo, um ponto muito positivo de Clash Royale.

A maneira de jogar o game é muito diferente de tudo, e sem dúvida esse é o maior aspecto positivo de Royale, pois, mesmo que você não tenha um joystick nem nenhum controle sobre as tropas, é o padrão de movimento pré-estabelecido delas que forma boa parte da estratégia de Royale, e que torna ele único e muito competente dentro de sua proposta. Outra coisa muito legal de Clash Royale é o visual das arenas, eu reconheço que a mudança é puramente estética, mas a maneira com que o design das arenas foi feito consegue ser otimizado o suficiente para um simples jogador de mobile, e também mais rico em detalhes para um gamer que nota mais em aspectos gráficos, e, não sei se vocês já notaram nas game análises, mas se tem uma coisa que eu valorizo em um jogo é design inteligente.

Agora, se eu achei os dois pontos acima super positivos teve uma coisa que eu realmente não gostei em Clash Royale e eu acho que vale citar ela nessa review, e essa coisa é que algumas cartas, principalmente as mais novas, gritam que a supercell está perdendo a criatividade que tinha um ano atrás, uma prova disso são novas versões de cartas antigas, que parece que viraram moda, apenas uma a gente até entende, agora, fazer isso virar rotina é inaceitável, nesse momento isso até pode não estar te incomodando, mas, acredite se a Supercell continuar nessa onda, uma hora vai te incomodar.

Uma coisa que eu realmente não poderia deixar de citar nessa análise é o sistema de baús do jogo, onde existem vários tipos de baú (de prata, de ouro, baú magíco), os baús na verdade são a única maneira de se conseguir as cartas, e são um ponto positivo e negativo ao mesmo tempo, já que pra ganhar os melhores baús na maioria das vezes você precisa compra-los usando gemas, mas eu meio que aprecio o modo como o jogo faz com que os melhores baús só apareçam na loja de tempos em tempos, mas, mesmo assim, é um aspecto que faz o jogo se tornar um pouco mais Pay-To-Win.

Outra coisa ruim que eu quero citar, e ela também envolve as ultimas atualizações do game, é que o jogo está se tornando muito mais Pay-To-Win, quem viu o vídeo que eu fiz sobre esse assunto no canal do mugiwara (Não conhece o canal do blog? Pesquise já mugiwara no goku no youtube e corrija esse erro!) então você sabe que, a um tempo atrás,  o jogo não era tão Pay-To-Win, e no vídeo eu deixei bem claro por que não era, mas, hoje para o jogo não ser Pay-To-Win você tem que ser muito sortudo, eu sei que a maioria dos jogos gratuitos pra celular envolvem o aspecto Pay-To-Win, mas nas ultimas atualizações Clash Royale está exagerando.

Só para não falarem que eu não citei a trilha sonora, as poucas músicas presentes no game são bem competentes e cumprem o seu papel, oferecendo músicas boas e que não são irritantes como as músicas de alguns outros games são.

Falando sobre aspectos técnicos, outra coisa que eu acho interessantíssima em Clash Royale, é que apesar do jogo ser bem pesado (digo de novo, para o padrão Mobile), se você tiver um celular minimamente bom, o jogo roda lisinho com um Frame Rate instável, isso é uma coisa da qual eu reclamei muito de Pokémon Go na época do lançamento (até porque na época o meu celular não rodava o jogo), e por isso é uma coisa que eu realmente admiro em Clash Royale.

Pra vocês não falarem que eu to elogiando muito os aspectos técnicos do jogo (apesar deles serem realmente muito acima da média para um game mobile), tem sim um aspecto técnico do jogo que eu não curto muito: o desenho de algumas cartas, pois algumas cartas de Clash Royale tem umas imagens bem estranhas (para não dizer outra coisa) e é uma coisa na qual a Supercell poderia caprichar mais.

Para falar um pouco sobre Meta game, o jogo tem balanceamentos constantes, que tem como objetivo deixar ele mais equilibrado no competitivo e mais divertido, o que é realmente uma coisa louvável por parte da Supercell, já que muitos jogos já tentaram emplacar um competitivo bom e acabaram ficando mal balanceados devido à falta de suporte da produtora, ou a personagens muito apelões, um exemplo é Super Smash Bros Brawl, que só por ser um pouco desbalanceado, perdeu o espaço no competitivo para Melee (que é o queridinho do competitivo, apesar de existirem duas sequências, até hoje o pessoal faz campeonato de Melee), por isso, quando se fala de competitivo e mobile, eu sempre me lembro de Clash Royale, pois é um belo exemplo de como um game mobile pode sim ter um Meta Game ativo.

Só para constar, o game não apresenta história nenhuma, e se você quiser saber mais sobre o mundo de Royale eu recomendo o desenho animado, pois, assim como a maioria dos games mobile esse jogo não liga para história, e, já que ele é um jogo quase que feito pra Meta Game eu meio que perdoo ele por isso.


Por fim, antes de dar as conclusões finais sobre o game, eu queria fazer um pequeno merchan do meu canal aqui no blog, já que eu e o editor (pra quem não conhece, ele é um amigo meu que fazia algumas séries solo lá no início do canal mas agora ta mais focado em gravar vídeos em dupla comigo) já gravamos vários vídeos de Clash Royale, desde quando o game era uma novidade, até com o game já mais atualizado, então passem lá no canal, não vão se arrepender.

Bom, como considerações finais eu quero dizer que Clash Royale é sim um game mobile muito competente e, apesar de ter algumas falhas merece a sua chance e pode te proporcionar umas boas horas de diversão. Ah, e antes que você me pergunte, sim, eu tento sempre fazer análise de games, animes e mangás bons aqui no blog, mas, se o mobile game análise vingar, eu pretendo expandir ainda mais as análises de game, assim como eu fiz com as de anime e mangá, e uma trash game análise pode acabar acontecendo, mas, aí eu iria jogar os famosos "piores games do mundo" por que nada impede que eu faça uma mobile análise de um game que eu achei ruim, ou seja, a trash game análise seria pra falar sobre os games mais mal avaliados da internet, tipo Sonic 2006 e Superman 64.

Obrigado por terem acessado o blog e até o próximo post!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Top 10: Cartoons da Hanna-Barbera


Fala ae mugiwaras? Bem, vocês com certeza conhecem o estúdio Hanna-Barbera, um estúdio de Cartoons antigo que fazia desenhos incríveis e que infelizmente não existe mais (imagina que legal seria Hanna-Barbera nos dias de hoje!), eu sei que a um tempo atrás eu fiz um post onde eu falei um pouco sobre o estúdio Hanna-Barbera, mas, assim como alguns posts antigos do blog aquele post foi muito curto, e eu deixei de falar muitas coisas, e é por isso que eu estou fazendo esse post, para ressuscitar um dos antigos quadros do blog para a nova era (eu gosto de chamar de era pós-Logan), e também para dar um pouco mais da minha opinião sobre o estúdio Hanna-Barbera, afinal, o qus é um blog sobre games, animes e Cartoons sem um post falando sobre Hanna-Barbera (fiquem tranquilos, eu não vou apagar o post antigo, mas esse vai ser bem melhor) então, bora ver os melhores Cartoons da Hanna-Barbera?


10- Leão da Montanha

Leão da Montanha é sem dúvida um dos desenhos mais divertidos da Hanna-Barbera, daquele que você só põe na TV, pega um lanche, e se prepara para algumas horas de diversão, e, eu devo admitir que Leão da Montanha é perfeito pra isso.


9- Tutubarão

Tutubarão é um desenho com um estilo meio Scooby-Doo, não pelo enredo, pelo fato de ser sobre um bando de adolescentes com um Pet (se é que um tubarão pode ser classificado como um pet), mas tem uma pegada totalmente diferente, e o fato do desenho ter sido tão curto é realmente uma pena, já que assistindo o desenho completo você vê que ele tinha sim capacidade de entregar mais histórias interessantes, mesmo assim, um ótimo desenho que merece seu lugar nesse top.




8- Formiga Atômica

Formiga Atômica é outro excelente desenho do estúdio, não vou falar muito sobre a história do desenho pois eu acho o nome auto-explicativo, mas eu gostaria de dizer que esse é um ótimo desenho e merece todo o reconhecimento que tem.



7- Pepe Legal

As tiradas humorísticas e o clima faroeste também super puxado para o humor fazem Pepe Legal ser um dos mais divertidos e mais bem produzidos da Hanna-Barbera, e, certamente o melhor entre os menos conhecidos.



6- Scooby Doo,Cadê Você?

A série clássica de Scooby Doo é ótima, e apesar de eu achar que os longas animados e os filmes conseguiram levar a franquia a outro nível, eu nunca vou tirar o mérito da série clássica, afinal, ela é muito competente, e também foi ela que começou com essa maravilhosa franquia que até hoje esta viva.



5- Corrida Maluca

Se eu nunca consegui me interessar por Cartoons de corrida, Corrida Maluca é uma total exceção, o desenho é muito divertido, e a maneira humorística como ele retrata as corridas é digna de um Oscar, um ótimo desenho sem dúvida, comparar ele com os outros desenhos de corrida é tipo comparar Mario Kart com Forza.


4- Manda Chuva

Bem, o quê dizer sobre manda chuva? um desenho simplesmente genial, não é a toa que o desenho é um dos mais reconhecidos do estúdio Hanna-Barbera, a maneira como ele trata todo esse lance de Bandidos (eu sei que eles não são exatamente isso, mas na falta de uma palavra melhor...) fugindo do guarda é genial e simplesmente bem feito.


3- Os Jetsons

A versão futurística dos Flintstones sem duvida merece seu lugar no top 3, já que é um desenho extremamente bem feito e que até conseguiu prever algumas coisas, realmente um clássico que merece ser lembrado por gerações.



3.5- Zé Colmeia

Eu sei que era pra esse ser um top 10, por isso eu coloquei o 3.5, é porque eu não poderia deixar de citar Zé Colmeia, e como eu estava super indeciso se colocava Jetsons ou Zé Colmeia nessa posição eu optei por colocar os dois, só fiz isso porque Zé Colmeia é um ótimo Cartoon que não merecia ficar de fora desse top.



2- Tom and Jerry

Tá, eu sei que apenas uma parte de Tom and Jerry foi produzida pela Hanna-Barbera, mas não dá pra negar que a ajuda dos irmãos Hanna foi fundamental para o sucesso de Tom and Jerry, e além disso, ele é um desenho incrível e muito bem feito.


1- Os Flintstones

È, eu aposto que quando você viu a segunda posição você já sabia qual seria a primeira né? é, Os Flintstones é sem dúvida um ótimo cartoon, não é a toa que na época ele foi exibido em horário nobre! Sem dúvida merece essa primeira posição.

Sim, eu sei que o estúdio Hanna-Barbera tem uma infinidade de ótimos desenhos, e que seria impossível incluir todos eles em um top 10, mas eu acho que eu consegui passar muito bem a minha opinião, e eu espero que o post tenha ficado divertido, mesmo assim eu tenho certeza que alguém que vier a ler esse post vai ter uma opinião diferente da minha, e pra isso eu deixo aberta a sessão de comentários par vocês fazerem os seus top 10, afinal cada um tem a sua opinião.

Obrigado por terem lido o post, e eu espero vocês no próximo post aqui no blog!





terça-feira, 11 de abril de 2017

Sonic Forces, Sonic Mania e minhas expectativas


Fala ae mugiwaras! É, eu acho que o Nintendo Switch tá com bastante jogos bons ainda para esse ano e sem dúvida vai ser muito bom ter um Switch esse ano (apesar de que o Wii U tá aí, recebendo vários Indies e jogos de Virtual Console), mas, entre esses jogos bons que vão ser lançados pelo switch estão os dois jogos novos do Sonic, Sonic Forces e Sonic Mania. Eu vou falar separadamente de cada um dos dois e sobre todas as expectativas que eu estou nutrindo nesses games.


Começando por Sonic Mania, que é um jogo do Sonic que vai ser no estilo dos games antigos do Mega Drive e Sega CD, que nem a Capcom fez com Mega Man 9 e 10. Eu acho isso bom, ainda mais pelo fato de ter vindo junto de um game do Sonic moderno, as minhas expectativas pra Sonic Mania estão bem altas pois eu acho que o game tem grande chance de fazer o Sonic clássico voltar e competir diretamente com New Super Mario Bros e Rayman em materia de Jogo de plataforma 2d, na verdade, eu acho até que a Sega é bem confiável em matéria de Jogos de Plataforma 2d, Sonic 4 não foi nenhuma maravilha, mas foi competente e melhorou muito no Episode 2 e Sonic Boom: Fire and Ice me surpreendeu de maneira que nenhum jogo nunca fez, já que eu nunca imaginaria que alguma coisa decente poderia sair do nome Sonic Boom (Tirando o golpe do Guile e a música). Resumindo, Quando se fala de Plattformer 2d a Sega tem a minha confiança e eu espero que ela não faça nenhuma besteira em Sonic Mania.

Até Porque eu nunca vi nenhum jogo da serie principal do Sonic Clássico que seja realmente ruim, e eu realmente não quero que o meu querido Nintendo Switch (eu sei que o jogo não é exclusivo do Switch, mas vocês não podem negar que Sonic combina muito mais com o Switch do que com as outras plataformas) seja o pioneiro nesse quesito, e, também tem o fato de que se a Sega errar em um jogo do Sonic Clássico eles vão perder a confiança do público (e a minha também) mais do que eles perderam na época de Sonic 2006, Unleashed e Shadow The Hedgehog.


Agora vamos falar um pouco sobre Sonic Forces, que até pouco tempo era chamado de Project Sonic 2017, mas teve seu nome revelado a pouco tempo. O jogo tá parecendo uma mistura de Sonic Adventure com o gameplay 3d do Sonic Generations, isso porque foi mostrado muito pouco sobre o gameplay, parece que, infelizmente, eles não vão trazer de volta nenhuma mecanica introduzida em Sonic Lost World, eu digo que é uma pena pois parece que eu fui um dos poucos que gostou de Lost World, mas enfim...

Eu tô sinceramente achando que o jogo parece uma mistura de tudo que a gente viu em Sonic 3d, tirando os jogos que deram errado na franquia (se bem que eu vi um pouco de Unleashed alí), o que parece muito bom, isso se eles conseguirem perceber tudo que deu errado nos jogos anteriores, tipo os gameplays extras desnecessários de Adventure (cof cof Pescaria com o Big cof cof) e o Werehog (sério, nem quem é fã de Unleashed consegue defender o Werehog), e, antes que você pergunte, não eu não acho que o Boost é uma ideia que deu errado, é uma ideia ruim, mas uma ideia ruim que a Sega tá aprendendo à usar aos poucos.

E, sim, eu fiquei muito animado com a volta dos Wisps em Sonic Forces, eu adoro os Wisps tanto quanto personagens quanto como Power-Ups, então, as influências de Colors nesse jogo não poderiam ter sido melhores, sério, eu amei a volta dos Wisps.

Antes de terminar eu não poderia deixar de citar que eu realmente espero que Sonic Forces siga um estilo de enredos mais Generations e não tente forçar na parte da seriedade igual tentaram no 2006 e no Unleashed, porque esse seria um claro erro e uma coisa que na minha opinião estragou boa parte do Unleashed e já daria má fama pro novo jogo logo de cara.


Bom, por fim eu quero dizer que assim que eu puder eu quero comprar os dois games do Sonic e jogar eles, mesmo sabendo que estando aqui no Brasil vai ser difícil comprar esses games perto da estréia, então eu vou ter que esperar alguns meses depois do lançamento para poder adquirir eles sem vender um órgão.

Falando nisso, eu to devendo uma review de Pokémon Sun aqui no blog né? É, depois de eu ter falado tanto sobre o anime e de eu já ter zerado o jogo à uns 3 meses eu acho que eu estou devendo isso pra vocês né? Sim, a próxima Game análise vai ser sobre Pokémon Sun e eu peço desculpas por só ter trazido isso tanto tempo depois do lançamento (e pior ainda, tanto tempo depois de eu ter zerado o jogo). Obrigado por terem acessado o mugiwara hoje e até o próximo post!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Game Análise: Pikmin Adventure


Fala ae mugiwaras? Tudo bem? É, depois de uma viagem muito boa e dois dias de Breath of the Wild e Donkey Kong Country Tropical Freeze (É, eu comprei esse jogo, sintam-se felizes por eu ter revelado isso) eu finalmente estou voltando à atividade aqui no blog, na nossa eterna tentativa de estabelecer uma periodicidade. Eu ainda estou tentando manter pelo menos uns 3 posts por semana, então, eu recomendo que você entre no Mugiwara todo dia na parte da noite, estou tentando fazer posts bem variados e com uma periodicidade boa.

E, para começar a semana, eu trago uma game análise de um jogo (na verdade um mini game) disponível dentro de Nintendo Land (Wii U) baseado na série Pikmin, e, para começar na sinceridade eu devo dizer que nunca joguei nenhum jogo da série principal, por isso meu conhecimento sobre o mundo da série se limita a participação de Olimar em Super Smash Bros For Wii U (Wii U), mas, antes que vocês perguntem, eu zerei esse jogo (inclusive as fases extras) então não pensem que eu não sei do que estou falando.

Bem, Pikmin do Nintendo Land é um mini game bem competente, pois apresenta uma variedade boa, mais de vinte fases, inimigos bons e bosses criativos, eu, inclusive, fiquei com vontade de jogar um jogo completo no mesmo esquema desse mini game, pois ele é bem divertido, e até te faz esquecer que está jogando um mini game, tamanha é a variedade que o jogo te oferece. A mecânica de combate consegue servir como destaque positivo, pois ele permite que as lutas de boss sejam mais criativas que algumas presentes em games completos.

O modo Cooperativo é um destaque desse mini game, que se enquadra nos mini games da Nintendo Land que trazem multiplayer cooperativo, e não competitivo como o de Luigi's Mansion por exemplo, o cooperativo do game funciona muito bem (eu e o editor jogamos pra caramba) mas, como na maioria desses jogos mais obscuros focados em multiplayer (na verdade esse nem é tão focado assim, mais você entendeu) eu tenho uma grande reclamação a fazer: CADÊ O MALDITO MODO ONLINE???? Sério, se eu ganhasse um real cada vez que eu visse um jogo que tinha oportunidade de ter um ótimo modo online mass não tem eu seria o cara mais rico do mundo. Primeiro Swap Fire, que é um jogo claramente mais divertido com multiplayer que não tem modo online, e agora Nintendo Land, que tem vários mini games com um cooperativo insano, que inclusive se conecta com a internet para pegar Miis de outros jogadores, não ter um modo online. Se até a Nintendo, a empresa mais resistente que eu conheço, reconheceu que o modo online é um ótimo modo de aumentar a vida útil de um jogo, por que Nintendo Land (um jogo da própria Nintendo) não inclui o bendito multiplayer online.

Bem, sobre a variedade das fases, elas são bem variadas, e os controles são precisos, nessa parte, a única coisa que eu tenho para reclamar é que, apesar do game ter um fator Multiplayer muito grande, ele tem algumas partes do level design que claramente favorecem quem joga sozinho, e eu não entendi o porque deles terem feito uma coisa dessas, não é nada gritante e só está presente em duas fases, mesmo assim é um erro que não deveria ser cometido em um jogo desse tipo.


Bem, tem uma coisa nesse jogo que eu simplesmente preciso elogiar, os inimigos. Eu não sei se eles são baseados nos da serie Pikmin (exceto os Bulbords, esses são tipo os Goombas de Pikmin), mas, se eles são, então Pikmin tá de parabéns, porque esses inimigos são muito variados, bem mais do que alguns games completos, eles tem mecânicas bem variadas e são divertidos de se enfrentar, isso incluindo os bosses também, esse é definitivamente um ponto que esse jogo ganhou comigo.

A mecânica de tipos de Pikmins nesse jogo foi incluída de maneira bem estranha, sendo usada só nas fases extras, eu acho que ela poderia ter sido melhor explorada, mas também acho que isso passa longe de ser um ponto negativo do jogo, pois a mecânica é mais uma coisa que poderia ter sido mais aproveitada do que uma coisa ruim, a mecânica é boa, mas eu achei estranho o fato deles terem mantido algo tão importante assim para o pós game.

Falando em coisas que poderiam ter sido melhor aproveitadas, eu não poderia deixar de falar que os pulos são muito mal explorados no level design, os momentos em que você deve pular são mínimos, e o jogo nem faz tanta questão de que você tente pensar fora da caixa usando esse pulo, porque você não vai conseguir nada e ainda vai ficar frustrado, aliás, esse jogo tem zero incentivo à exploração, tudo é muito linear, e, pra falar a verdade, se você está mais acostumado com Crash (veja bem, eu não to dizendo que Crash tem zero exploração, só to dizendo que os três primeiros games da franquia, exclua o TwinSanity dessa, te incentivam a explorar muito menos que um Mario 64 ou um Sonic Adventure) do que com Mario 64, você com certeza nem vai ligar muito pro fato desse jogo quase não te deixar explorar.


Um ponto realmente positivo é que  assim como todos os games da Nintendo Land (Wii U) esse jogo tem um pequeno sistema de conquistas em forma de adesivos, nada demais, só uma forma de aumentar a vida útil do game de maneira criativa, mas, para "zerar" (com isso eu quero dizer liberar o sticker dourado, não fazer 100%) não é necessário completar essas conquistas, o que eu acho justo, já que isso aí é mais pra quem gostou mesmo do jogo e tá afim de correr atrás do 100%.

Outra forma de aumentar a vida do jogo é o modo de batalha versus, que é bem divertido e entrega algumas horas de diversão. Os Power-Ups são bem legais e me lembram bastante bons jogos de plataforma, e isso definitivamente é um ponto positivo, pois para mim Power-Ups bons são um elemento crucial para qualquer tipo de game, por um mundo com mais Power-Ups de verdade e não mecânicas para serem usadas em apenas uma fase que alguns games insistem em chamar de Power-Ups.


Por fim eu gostaria de dizer que Pikmin Adventure é um ótimo mini game, e que, se mais polido e mais expandido, poderia se sair bem até mesmo como jogo completo, o level design é competente, os inimigos são extremamente variados e os Power-Ups são divertidos de usar, não é a oitava maravilha do mundo, mas é um jogo bem divertido, que tem mais pontos positivos do que negativos, por isso, na minha opinião, Pikmin Adventure é um ótimo jogo e com certeza um dos melhores da Nintendo Land.

Obrigado por terem acessado o blog, e até o próximo post!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Switch: Primeiras impressões com o console!


Eae mugiwaras? Tudo bem? Bom, muitos já estavam achando que eu ia abandonar o blog de novo, pois estou ausente já faz alguns dias, mas, na verdade, o motivo dessa ausência é uma viagem aos EUA que eu fiz (nesse momento eu estou correndo para postar alguma coisa pro blog não ficar parado), e, na famosa terra do consumismo, eu comprei um Nintendo Switch com The Legend Of Zelda: Breath of the Wild (Não esperem review tão cedo,eu ainda não tenho nem 10 horas), e, joguei o suficiente para fazer esse texto com as minhas primeiras impressões sobre o console.

Para começar, eu devo dizer que gostei bastante das configurações de console do Switch, eu achava as do Wii U muito confusas, e apesar das mudanças nesse ponto serem sutis, eu acho que os pequenos detalhes ajudam o switch a se tornar mais atraente logo na tela de ínicio.

Sobre a jogabilidade, o modo portatil está muito bom, tendo apenas um pequeno problema, esse problema, que eu acredito que não seja só meu, é que em alguns raros momentos da jogatina o joy con pode dar uma leve soltada (sem cair no chão nem nada do tipo, só uma desalinhada), e isso atrapalha um pouco se você estiver em uma parte da jogatina onde seja essencial um momento mais veloz, já que com os joy-cons desalinhados você pode ficar meio que sem reação rápida, comprometendo a jogabilidade.

Já no modo onde você joga na TV, eu devo dizer que não vi necessidade da compra do pro controler, já que o controle normal (o famoso cachorrinho vesgo) é muito mais intuitivo do que o do Wii U, o que torna ele bom até mesmo pra jogos de luta mais hardcore que ainda sairão para o Switch, o Dock funciona muito bem, e é até simples conecta-lo à TV, o que torna o console fácil de carregar em uma viagem para o sítio onde não existe internet nem vida civilizada.

Por fim, eu gostaria de dizer que o Switch cumpre seu papel de ser um Console Híbrido, e, com certeza, vai ser um sucesso, ao contrário do Wii U, que apesar de ter bons jogos foi um fracasso comercial, ou seja, assim que você tiver uma oportunidade, compre o Switch pois não vai se arrepender.

terça-feira, 28 de março de 2017

Pokémon Sun and Moon e como eu adorei estar errado.


Fala ae mugiwaras! Tudo tranquilo? Bem, eu sei que algumas pessoas já devem estar cansadas de Pokémon no blog, já que eu já venho falando de Pokémon de tempos em tempos, e isso é porque eu nem faço análise dos episodios, imagina se eu fizesse, né? Enfim, eu só quero fazer esse post por que eu me sinto em dívida com os fãs de Pokémon depois daquele post onde eu massacrei o anime de Pokémon Sun and Moon antes mesmo do lançamento dele (foi um post pequeno, mas, enfim...), e, por causa disso eu me sinto obrigado a dizer que o anime de Pokémon Sun and Moon ficou umas 10 vezes melhor do que eu imaginava que ficaria, e nesse post eu vou dizer porque.

Pra começar, eu vou falar sobre um ponto negativo que eu destaquei no post, que foi o fato de que eu acreditava (não só eu, quase toda a internet) que eles iam jogar fora toda a pouca experiência que o Ash tinha ganhado, mas, uma das minhas maiores surpresas vendo os dois primeiros episódios de Pokémon Sun and Moon foi que o Ash citou que já capturou alguns Taurus, e, além disso, lutou até que bem, ou seja, ele não perdeu a experiência e ainda luta até que bem (Também com um Pikachu apelão desses até eu), isso contou como um ponto positivo pra mim, já que um Ash experiente dá muitas possibilidades pra trama, e, eu também devo dizer que ninguém queria um Ash burro em Pokémon Sun and Moon.

Outro ponto em que eu fiquei feliz, foi que Sun and Moon vai ser só uma temporada de comédia, ou seja, a próxima temporada voltará a ser normal, pra mim isso é um ponto negativo e positivo ao mesmo tempo, e eu vou explicar ambas as visões, começando pelos pontos negativos;

Bom, imagine que você esteja assistindo um anime épico, com lutas divertidas e uma trama mais séria, mas aí a temporada do anime acaba e você fica super ansioso contando os dias para uma nova temporada com uma trama inteligente e mais combates legais, e o que você ganha? É, com certeza se você ganhasse uma temporada de comédia seria um balde de água fria,né? Pois é, esse é o primeiro dos dois pontos negativos dessa nóticia, já que, depois de uma temporada séria e épica, uma temporada de comédia com certeza é um baita balde de água fria.

O segundo ponto negativo é simplesmente que, se essa é uma temporada de comédia, o que impede eles de fazerem comédia temporada sim, temporada não? Nada, não é? Pois é, eu não to falando que Sun and Moon ta ruim (aliás o objetivo do post é exatamente o contrário), eu tô falando que eu gostaria que essa fosse a única temporada de comédia, e que a partir da próxima temporada eles voltassem ao estilo que consagrou o anime.


Agora que eu já falei do que eu não gostei, eu posso focar mais nos pontos positivos, afinal esse é o foco do post, né? Bom, Um ponto positivo muito bom foi que eles souberam levar os melhores capitões de Trials para o anime, a Mallow por exemplo, personagens que já são até que bem desenvolvidos no jogo, mas ganharam uma chance de ter suas personalidades mais exploradas ainda.

Aliás, uma coisa que eu realmente estou esperando desse anime é que ele desenvolva melhor a personalidade de alguns personagens pouco explorados no jogo, já que um anime gigante é muito mais competente em desenvolver personalidades do que um jogo (ou pelo menos deveria ser).

Bom, depois desse post eu oficialmente digo que não quero dar o foco em Pokémon que o blog tem tido nos ultimos tempos, aliás, esse foco nem foi proposital, foi tudo porque depois do post de Black & White a internet foi bombardeada com informações sobre o mundo Pokémon, e eu simplesmente quis comentar sobre elas aqui no blog.

Basicamente o que eu quis dizer nesse último parágrafo foi que, por enquanto, eu vou dar uma parada com Pokémon no blog pra poder focar em outras coisas aqui no mugiwara, isso não quer dizer que vou parar de falar de Pokémon, só que eu vou dar uma manerada.
Obrigado por terem acessado o blog, e até o próximo post.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Game Análise: Swap Fire


Fala ae mugiwaras, tudo bem? É, isso é bem estranho até mesmo para mim, mas ontem eu postei uma análise de filme e hoje eu quero postar uma análise de Game, então, bora analisar Swap Fire?

Pra começar Swap Fire é um jogo bem obscuro e eu acho que o fato dele ser pago e ter um preço até meio salgado não ajuda ele a ser mais reconhecido pelas pessoas, mas, atualmente ele está gratuito por tempo limitado, então, se você tem um Wii U não perca a chance de jogar Swap Fire, apesar de não ser um jogo de uma produtora grande, ele é de graça, e de graça todo mundo gosta!

Bom, agora vamos parar de enrolação e começar com a ação, a proposta de Swap Fire é estranha e de certa forma até inovadora, o conceito principal do jogo gira em torno dos Swap Buddles (Eu não sei se é assim que se escreve, já que o jogo não faz nenhuma questão de te ensinar), uns bonecos vermelhos que quando atingidos trocam de lugar com você, por exemplo, se você ta caindo de uma montanha (não que esse jogo tenha montanhas, pelo menos não até onde eu cheguei) e tiver um Swap Buddle no topo dela, você pode atirar nele e se livrar da queda, esse conceito é bem interessante e a maneira como o jogo usa nele no tutorial, por incrível que pareça, é melhor do que o que eu vi nos próprios mapas do jogo.

Bom, você deve ter notado que eu não citei a história até agora, e isso é porque a história desse jogo é totalmente superficial e é só uma desculpa para pessoas atirarem umas nas outras em mapas futurísticos, mas antes que você me pergunte o porque do jogo não ter cutscenes em CG e comece a mandar indireta pros desenvolvedores no Twitter, eu devo dizer que a abertura do jogo é tipo um slide show que mostra um quadrinho até que bem desenhado, mas ele não detalha a história (aliás o jogo como um todo não detalha a história), por não ter falas e ser uma coisa mais básica, mesmo assim eu não me incomodei com isso em nenhum momento, mas isso foi porque eu fui jogar com expectativas bem pequenas e acho que até me surpreendi pelo simples fato de que o jogo tem uma história.
Sobre as mecânicas do gameplay, o jogo tem um tutorial IMENSO que serve para introduzir as mecânicas do jogo, mas acaba se tornando meio longo e explicando demais, eu acho que o tutorial poderia ser menor, pois algumas coisas que eu aprendi no tutorial, eu teria gostado mais de aprender jogando.

Falando sobre os Power-Ups, eu realmente me surpreendi, pois esse jogo realmente tem Power-Ups bons e que ajudam nas competições, o que é bom, visto que a maioria das franquias de plataforma surgindo atualmente não enxergam o conceito de Power-Up como as franquias antigas enxergavam, entre eles eu gostaria de dar destaque ao meu favorito que é um Power-Up que deixa você dar um foco na mira, ajudando a atirar de distâncias maiores com maior precisão, e eu acho que nem preciso dizer porque isso é útil e fundamental para as partidas.

Falando em partidas, uma coisa que me decepcionou é que a inteligência artificial do jogo parece bem quebrada, e ou é muito fraca, ou é extremamente overpowered, e isso atrapalha o jogo, pois faz com que ele fique bem mais interessante com um amigo do seu lado, e o fato do jogo ter um multiplayer limitado faz com que os Forever Alones não aproveitem tanto o jogo quanto quem tem um irmão ou um amigo disposto a virar a noite em partidas alucinantes.

Os gráficos do título estão aceitáveis e até bem bonitos para um jogo Indie de baixo orçamento, os cenários do jogo são bem Ok, eles não são nada muito especial como os cenários de Shooters como Overwatch, por exemplo, mas apresentam atrativos o suficiente para te convencer a dominar todos eles, já a trilha sonora é inexistente, já que o jogo não possui musicas, mas os efeitos sonoros são até que competentes, entretanto, eu tenho que admitir que a falta que uma musica faz é imensa e conta como um forte ponto negativo para o jogo.

Outra coisa legal que eu não podia deixar de citar nessa review é um minigame (que é tratado como modo principal junto com as partidas competitivas) que consiste em um tipo de futebol, onde existem quatro gols e você tem que levar a bola para o seu gol com tiros para ganhar o minigame, não é nada demais, mas é algo legal para quebrar o gelo das partidas normais e adicionar mais diversidade ao jogo.


Por fim eu gostaria de dizer que, apesar de ter alguns pontos negativos, Swap Fire merece uma chance, e, o meu veredito final sobre o jogo é que, durante esse tempo gratuito, vale a pena instala-lo e ocupar um espaço do seu Wii U, já que o jogo tem pontos positivos e pode te surpreender, mas, eu devo dizer que eu não teria coragem de gastar meu dinheiro em um jogo como Swap Fire, ainda mais um jogo exclusivo para uma plataforma que não se aproveita das peculiaridades dela.

Então é isso, eu não vou dar uma nota pois o formato de game análise que eu to fazendo a partir dessa dispensa notas, mas eu vou dar a minha opinião final, e ela é a seguinte: Swap Fire é sim um jogo competente, porém tem bastantes falhas que podem atrapalhar a experiência, como a falta de músicas e o tutorial longo demais, então eu posso dizer que vale muito à pena instalar o jogo em seu período gratuito, e deixá-lo no seu Wii U para quando você quiser jogar, agora, eu não posso dizer o mesmo sobre pagar, já que eu não acho que o jogo mereça o preço que ele tinha (e vai voltar a ter quando esse período gratuito acabar), então, Swap Fire é bom de graça, agora, pago é só se você estiver com alguns dólares sobrando.

Obrigado por terem lido o post, e eu espero vocês aqui no mugiwara ainda essa semana!